O aumento do IOF aprovado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) está tornando as viagens internacionais mais caras para os brasileiros. A decisão restabelece a alíquota de 3,5% sobre diversas operações financeiras no exterior, afetando diretamente o bolso de turistas, estudantes e profissionais que realizam transações fora do país.
Aumento do IOF: o que muda
A nova alíquota de 3,5% incide sobre:
- Compra de moeda estrangeira em espécie
- Uso de cartões de crédito, débito e pré-pagos no exterior
- Remessas internacionais
- Fundos de previdência e investimentos fora do país
Antes, algumas dessas operações tinham alíquotas menores, como 1,1% para compra de moeda e 3,38% para cartões. Agora, todas foram unificadas em 3,5%, o que representa um aumento de até 218% em certos casos.
Impactos nas viagens e no câmbio
O aumento do IOF afeta diretamente o planejamento financeiro de quem pretende viajar. Para cada R$ 10 mil convertidos em moeda estrangeira, o imposto sobe de R$ 110 para R$ 350. Além disso, companhias aéreas também sentem o impacto, já que muitas aeronaves são arrendadas em dólar, o que pode gerar repasse de custos nas passagens.
Como se planejar
Especialistas recomendam:
- Antecipar a compra de moeda estrangeira
- Evitar o uso de cartões no exterior
- Comparar plataformas de câmbio
- Centralizar remessas para reduzir custos
O STF ainda julgará a constitucionalidade da medida em plenário, mas, por ora, as novas regras já estão em vigor.
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