Constitucionalismo entristecido, constitucionalismo envergonhado

A crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal levou o advogado Antonio Carlos de Freitas Júnior a assinar um artigo de opinião no Estadão. Publicado no Blog do Fausto Macedo, o texto defende que o debate entre ministros da Corte perdeu o método constitucional. Assim, a produção de Antonio Carlos de Freitas Júnior em direito constitucional integra o trabalho de assessoria de imprensa jurídica conduzido pela M2 Comunicação Jurídica.

O que está em debate

O artigo parte de uma sessão do Supremo em setembro, marcada por embates públicos entre ministros, e avalia seus efeitos sobre a imagem da Corte. Antonio Carlos de Freitas Júnior, doutor em Direito Constitucional pela USP e professor de Direito, deixa claro que o texto não trata de torcida. Em sua leitura, os dois lados deixaram de buscar fundamento na Constituição.

A análise de Freitas Júnior

No texto, o advogado sustenta que o livro de regras, a Constituição de 1988, deixou de orientar tanto a forma quanto o conteúdo dos embates. Ele lembra que a jurisdição sempre tocou a política, mas afirma que antes os conflitos eram localizados e seguiam método e modos de juiz.

Antonio Carlos de Freitas Júnior atribui parte do problema ao neoconstitucionalismo, que, segundo ele, ensinou que o juiz pode tudo desde que invoque um princípio. Como consequência, afirma, o Tribunal assumiu um protagonismo político sem vocação, sem legitimidade eleitoral e sem anuência da Constituição.

Por fim, o autor defende que o caminho de volta passa pelo método, a única linguagem em que adversários podem discordar sem se destruir. Para ele, cabe à atual geração de juristas garantir que os futuros estudantes de Direito ainda tenham motivo para escolher a carreira.

Freitas Júnior em direito constitucional e a estratégia da M2

Nesse contexto, o artigo leva ao debate público uma leitura técnica sobre a crise institucional, e não a defesa de um dos lados. Ao mesmo tempo, esta é a terceira presença do advogado na imprensa em pouco mais de duas semanas, mas a primeira como autor, depois das reportagens do O Globo e do Estadão sobre direito eleitoral. Assim, a assinatura em um espaço de opinião amplia a associação de Antonio Carlos de Freitas Júnior ao direito constitucional.

Portanto, cada resultado soma-se a uma construção contínua de posicionamento. Para advogados que atuam em direito constitucional, a assessoria de imprensa para advogados funciona como ponte entre o conhecimento jurídico e o debate público. Além disso, esse registro segue disponível para quem pesquisa o tema nos mecanismos de busca.

Confira a íntegra clicando aqui

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