O uso de cloro em piscinas é essencial para manter a higiene e evitar contaminação por microrganismos.
No entanto, quando o cloro em excesso acumula-se no ambiente, ele pode causar efeitos adversos à saúde dos usuários.
A reportagem do UOL VivaBem abordou esse tema ao comentar um caso recente de morte em piscina de academia, explicando como o desequilíbrio químico pode representar um risco.
Em análise à matéria, Caroline Daitx no UOL explicou os mecanismos de toxicidade envolvendo o cloro e as precauções necessárias para evitar incidentes graves. (Fonte: UOL)
Exposição ao cloro e efeitos à saúde
Segundo explicação baseada na análise da Caroline Daitx UOL, o cloro é um agente oxidante poderoso, utilizado justamente para eliminar bactérias e vírus.
Quando sua concentração fica muito alta, porém, ele pode irritar as vias respiratórias, olhos e pele.
Em casos extremos de concentração elevada, a exposição prolongada pode levar à formação de compostos tóxicos, como cloraminas, que agravam a inflamação do trato respiratório e podem causar insuficiência respiratória. (Fonte: UOL)
Como ocorre o desequilíbrio químico
O desequilíbrio do nível de cloro em uma piscina pode ocorrer por diversos motivos combinados.
Por exemplo, manutenção inadequada do sistema de filtragem, cálculo incorreto de dosagens e falta de monitoramento constante.
Isso leva ao aumento da quantidade de cloro livre e dos subprodutos resultantes, o que, em ambientes fechados como centros de treinamento e academias, amplifica o risco de inalação.
Caroline Daitx no UOL ressaltou que ventilação deficiente eleva ainda mais o perigo, pois impede a dispersão adequada dos gases irritantes. (Fonte: UOL)
Sintomas e sinais de alerta
Os sintomas iniciais de exposição exagerada ao cloro incluem tosse persistente, ardência nos olhos, irritação nasal e dificuldade para respirar.
Conforme a explicação de Caroline Daitx, esses sinais devem ser levados a sério, especialmente quando surgem após entrada na água ou permanência próxima à piscina.
Em situações mais graves, pode haver edema pulmonar e colapso do sistema respiratório, o que exige atendimento médico imediato. (Fonte: UOL)
Medidas de segurança e prevenção
Para evitar riscos associados ao cloro em excesso, é fundamental que academias e clubes mantenham rotinas rigorosas de medição e controle da água.
Caroline Daitx UOL sublinhou que a leitura frequente de pH e níveis de cloro livre deve ser feita por profissionais treinados.
Além disso, sistemas de ventilação adequados são essenciais para dispersar vapores químicos, protegendo frequentadores e funcionários. (Fonte: UOL)
Orientação ao público e responsabilidade dos estabelecimentos
A análise de Caroline Daitx no UOL contribui para alertar tanto o público quanto os gestores de piscinas sobre a importância da segurança química.
Usuários devem relatar qualquer sintoma adverso às equipes de atendimento e não hesitar em procurar ajuda médica quando necessário.
Ao mesmo tempo, academias precisam seguir normas de vigilância sanitária e boas práticas de manutenção de equipamentos e espaços úmidos para garantir um ambiente seguro. (Fonte: UOL)
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