A demora liberar FGC no ressarcimento aos investidores do Banco Master trouxe prejuízos significativos aos consumidores, segundo análise do advogado Stéfano Ribeiro Ferri, especialista em direito do consumidor, no programa Mercado Aberto, do Canal UOL.
Por que a demora preocupa?
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) costuma efetuar pagamentos em até 30 dias após a liquidação de instituições financeiras. No entanto, no caso do Banco Master, o processo ultrapassou dois meses. Essa lentidão comprometeu a liquidez dos investidores e impediu o reinvestimento dos valores, gerando impacto direto no planejamento financeiro.
Consequências para os consumidores
Segundo Ferri, a demora não é apenas um inconveniente, mas um prejuízo real. Muitos investidores dependem desses recursos para honrar compromissos ou aproveitar oportunidades de mercado. Quando o pagamento não ocorre no prazo esperado, há perda de rendimento e aumento da insegurança jurídica. “Houve sim prejuízo com a demora do FGC”, afirmou o especialista.
O que esperar daqui para frente?
O caso Master reforça a importância de maior transparência e eficiência nos processos do FGC. Além disso, Ferri alerta que consumidores devem acompanhar os prazos e, se necessário, buscar orientação jurídica para garantir seus direitos. A discussão também abre espaço para melhorias regulatórias que assegurem previsibilidade e proteção ao investidor.
A análise de Stéfano Ferri evidencia como a demora liberar FGC pode afetar não apenas grandes investidores, mas também consumidores que dependem da rápida restituição para manter equilíbrio financeiro.
Confira a íntegra clicando aqui.
Para atualizações sobre casos e clientes da M2 Comunicação Jurídica na imprensa, clique aqui.



