
O candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), pode enfrentar graves consequências jurídicas após a postagem de um laudo médico falso envolvendo Guilherme Boulos (PSol). O documento alegava que Boulos teria sido internado por uso de cocaína, o que foi rapidamente desmentido. Especialistas em direito eleitoral acreditam que o caso pode prejudicar a candidatura de Marçal, com consequências que vão além da exclusão temporária de seu perfil no Instagram, que ocorreu após decisão judicial.
Na última sexta-feira (4/10), Marçal compartilhou o laudo falso em suas redes sociais. No sábado (5/10), a Justiça determinou a remoção do post e suspendeu a conta de Marçal no Instagram por 48 horas. Segundo o advogado em direito eleitoral Acácio Miranda, essas medidas têm um “efeito inócuo”, já que a remoção não reverte o impacto causado pela publicação inicial.
Ainda assim, especialistas destacam que, dependendo da comprovação de que Marçal sabia que o documento era falso, ele pode enfrentar sanções mais severas, incluindo a possibilidade de prisão por uso de documento falso. Apesar das incertezas sobre o desfecho judicial, o impacto político para Marçal é evidente, e o caso pode prejudicar suas chances nas eleições municipais.
O uso de documentos falsos durante campanhas eleitorais é uma prática severamente punida pela legislação brasileira, e Marçal poderá ser responsabilizado criminalmente se for comprovado que agiu de má-fé.
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