
Uma proposta no Senado que visa modificar o Código Civil pode impedir aluguéis de curta temporada em condomínios residenciais, impactando diretamente plataformas como Airbnb e Booking.com. Se aprovada, essa medida pode afetar negativamente o setor de turismo e a economia local.
Segundo dados do Airbnb, em 2022, os gastos de hóspedes que utilizaram a plataforma atingiram US$ 5,2 bilhões, representando 5,2% da atividade turística direta do Brasil. A possível proibição pode prejudicar tanto proprietários de imóveis quanto trabalhadores indiretos, como síndicos e profissionais de manutenção.
Sebastião Dono Saar, síndico profissional, estima que sua renda caia até 80% caso a proposta seja aprovada, exemplificando os possíveis efeitos negativos para quem depende desses aluguéis como fonte de renda.
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