O anúncio do fim da concessão da Enel em São Paulo gerou dúvidas sobre como será o rompimento de contrato. Em entrevista à Jovem Pan News, o advogado Fernando Canutto, especialista em direito contratual, detalhou as etapas jurídicas e os próximos passos após a crise de fornecimento de energia na Grande São Paulo.
Como ocorre o rompimento de contrato com concessionárias
Segundo Canutto, o processo envolve análise da legislação aplicável e cumprimento das cláusulas contratuais. O governo estadual deve formalizar a rescisão, garantindo segurança jurídica e continuidade do serviço. Além disso, será necessário definir responsabilidades financeiras e operacionais, evitando prejuízos à população.
Por outro lado, a concessionária poderá apresentar defesa e questionar a decisão, o que pode levar a disputas judiciais. Dessa forma, o rompimento exige planejamento e transparência para assegurar que a transição ocorra sem interrupções no fornecimento.
Impactos para consumidores e mercado
O rompimento de contrato com a Enel não afeta diretamente os consumidores no curto prazo, pois o serviço será mantido até a definição de um novo operador. No entanto, especialistas alertam para possíveis impactos regulatórios e financeiros no setor elétrico. Portanto, acompanhar os desdobramentos é essencial para entender como essa mudança influenciará tarifas e investimentos.
Além disso, o caso reforça a importância da governança e do cumprimento das obrigações contratuais pelas concessionárias. A atuação do poder público e dos órgãos reguladores será determinante para garantir estabilidade e confiança no sistema.
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