O ato, marcado para o dia 18 de novembro no Largo São Francisco, cobra promessas não cumpridas pelo governador Tarcísio de Freitas e pelo secretário licenciado da Segurança Pública, Guilherme Derrite.
Promessas não cumpridas geram mobilização
Segundo André Santos Pereira, presidente da Associação dos Delegados do Estado de São Paulo, a principal demanda da Polícia Civil é a apresentação da nova Lei Orgânica Polícia Civil, prometida por Derrite durante a campanha. No entanto, o texto não foi encaminhado à Assembleia Legislativa, o que gerou forte reação da categoria. “Prometeu, não cumpriu, mentiu”, afirmou o delegado ao portal Metrópoles.
Além disso, a categoria denuncia a exclusão dos representantes da Polícia Civil dos grupos de trabalho que discutem a nova legislação. A condução do processo por militares da reserva, sem participação direta dos civis, foi duramente criticada pelas entidades envolvidas.
Reestruturação e valorização da carreira
A proposta da nova Lei Orgânica Polícia Civil busca modernizar a estrutura da instituição, com foco em plano de carreira, reajuste salarial, jornada de trabalho, saúde e previdência. A atual legislação, em vigor desde 1979, é considerada defasada e insuficiente para atender às demandas atuais da categoria.
Por outro lado, a Polícia Militar também reivindica reajuste linear para todos os cargos, destacando o impacto da inflação sobre os profissionais da segurança pública. A insatisfação com a gestão estadual tem mobilizado diferentes segmentos da área, que exigem mais diálogo e compromisso com as promessas feitas.
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