A reforma tributária 2026 será marcada por uma fase de transição gradual e sem aumento da carga tributária. Em entrevista ao R7, o advogado e professor André Félix Ricotta esclareceu pontos essenciais sobre o novo modelo e os impactos para contribuintes e empresas.
Ano de testes e adaptação
Segundo Ricotta, 2026 será um período de ajustes e educação fiscal. Durante essa fase, as empresas deverão se preparar para o novo sistema, mas não haverá cobrança adicional. O especialista reforça que a transição será feita com cautela, garantindo que os contribuintes tenham tempo para se adaptar às novas obrigações.
ICMS e ISS mantidos até 2032
Um dos pontos destacados por Ricotta é a manutenção do ICMS e do ISS até 2032. Dessa forma, os tributos atuais continuarão coexistindo com os novos impostos, como o IBS e a CBS, que serão implementados gradualmente. Essa estratégia busca evitar impactos bruscos na economia e assegurar estabilidade para estados e municípios.
Sem aumento da carga tributária
O especialista garante que não haverá aumento da carga tributária durante a transição. O objetivo da reforma é simplificar o sistema, reduzir litígios e tornar a tributação mais transparente. Além disso, Ricotta ressalta que a fase inicial será voltada para testes e ajustes, sem impacto direto no bolso do contribuinte.
A reforma tributária 2026 representa um marco para o sistema fiscal brasileiro. Por isso, compreender suas etapas é essencial para empresas e cidadãos que desejam se preparar adequadamente.
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