O Brasil registrou um número recorde de pedidos de recuperação judicial em 2024, refletindo as dificuldades enfrentadas por empresas diante do cenário econômico desafiador. A alta inflação, o aumento do custo do crédito e a instabilidade financeira contribuíram para que mais negócios recorressem ao mecanismo jurídico para evitar a falência.
Segundo o especialista em Direito e Reestruturação Empresarial, Filipe Denki, essa tendência demonstra a necessidade de maior planejamento financeiro por parte das empresas e um ambiente regulatório que favoreça a reestruturação dos negócios. Ele ressalta que a recuperação judicial deve ser utilizada como uma ferramenta estratégica para reorganizar dívidas e manter a atividade empresarial, garantindo empregos e a continuidade das operações.
O aumento expressivo no número de pedidos reforça a importância de políticas econômicas que incentivem a sustentabilidade financeira das empresas, evitando que mais negócios entrem em colapso. Para 2025, especialistas esperam que o mercado busque alternativas para mitigar riscos e melhorar a gestão empresarial diante de incertezas econômicas.
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