O Congresso Nacional, por meio do Senado, deu um passo significativo para a modernização da infraestrutura brasileira. Isso ocorreu com a aprovação da nova lei ambiental que destrava obras de saneamento. Essa medida, que vem sendo amplamente debatida, busca conciliar o avanço do desenvolvimento com a indispensável proteção ambiental. Especialistas defendem que a padronização das regras em todo o país é crucial. Ela visa modernizar os processos existentes, sem comprometer a sustentabilidade ambiental.
Antonio Carlos Freitas Júnior, mestre em Direito Constitucional, trouxe uma perspectiva importante. Ele enfatizou que a nova legislação, aprovada pelo Senado, não reduz a proteção ambiental. Pelo contrário, seu principal objetivo é modernizar o processo de licenciamento. Essa padronização das regras em nível nacional é vista como um facilitador. Ela auxiliará na execução de obras públicas de grande relevância, como saneamento básico e infraestrutura viária. A desburocratização e a agilidade nos trâmites são pontos-chave. Assim, obras essenciais para a qualidade de vida da população sairão do papel.
Um dos pontos de destaque da nova lei é o licenciamento simplificado por autodeclaração. Essa modalidade será aplicada a atividades de baixo impacto. Na visão de Freitas Júnior, isso trará maior agilidade aos processos. No entanto, não abrirá mão da responsabilidade ambiental.
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