Os vídeos virais IA ganharam força com o fenômeno das chamadas “novelinhas das frutas”, que dominam redes sociais com histórias curtas e altamente engajáveis. Em reportagem da Folha, o advogado Alexander Coelho analisou os fatores por trás desse sucesso e os riscos envolvidos.
Nesse contexto, o formato combina simplicidade visual com narrativas rápidas e repetitivas. Além disso, o conteúdo explora gatilhos emocionais que mantêm o usuário engajado por mais tempo nas plataformas.
Vídeos virais IA e lógica do engajamento
Os vídeos virais IA se destacam pela adaptação à lógica da economia da atenção. Segundo Alexander Coelho, o que prende o público não é a qualidade técnica, mas a combinação de familiaridade e estímulos rápidos.
Além disso, esses conteúdos seguem estruturas narrativas conhecidas, como conflito e curiosidade. Dessa forma, conseguem manter o interesse mesmo em formatos curtos.
Por outro lado, o crescimento acelerado desse tipo de conteúdo levanta preocupações sobre sua qualidade e impacto.
Impactos jurídicos e riscos do conteúdo
Os vídeos virais IA também geram discussões no campo jurídico. Como destaca Coelho, a responsabilidade pelo conteúdo não é da tecnologia, mas de quem o produz e distribui.
Ao mesmo tempo, o uso massivo desse formato pode afetar a reputação de marcas. Conteúdos de baixo esforço podem gerar alcance, mas não necessariamente valor.
Além disso, há riscos relacionados à desinformação e ao comportamento do usuário. O consumo contínuo pode impactar atenção e percepção crítica.
Assim, compreender os vídeos virais IA é essencial para equilibrar estratégia digital, responsabilidade jurídica e construção de marca no ambiente online.
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