O ex-BBB Matteus Amaral, 28, segue sem resposta sobre a denúncia de falsidade ideológica por ter ingressado no curso de Engenharia Agrícola do IFFar (Instituto Federal Farroupilha) usando cotas raciais. A polêmica, que eclodiu em 2024, ainda não avançou no Ministério Público, e o crime pode prescrever em um ano caso não haja movimentação processual.
A situação expõe a morosidade do sistema judicial em casos de fraudes em políticas afirmativas. O prazo para abertura de ação penal é curto, e, sem decisão, a denúncia pode perder validade legal. Enquanto isso, Amaral, que teve sua matrícula cancelada pela instituição, segue sem responder criminalmente pelo ato.
Especialistas em Direito Penal e Educacional alertam que a lentidão em casos como esse pode incentivar novas fraudes, já que a impunidade fragiliza o sistema de cotas. O MP ainda não se pronunciou sobre os próximos passos, mas a pressão de movimentos sociais e da opinião pública pode acelerar (ou não) o desfecho do caso.
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