O custo financiamento real voltou ao debate após dúvidas sobre o valor efetivo pago em operações de crédito. Em reportagem do g1, o advogado Stefano Ferri explicou como encargos ocultos podem tornar um financiamento muito mais caro do que aparenta.
Nesse contexto, muitos consumidores analisam apenas o valor das parcelas ou a taxa de juros. Além disso, acabam ignorando outros custos que impactam diretamente o valor final da dívida.
Custo financiamento real e o papel do CET
O custo financiamento real é representado pelo Custo Efetivo Total (CET), que reúne todas as despesas da operação. Segundo Stefano Ferri, essa taxa inclui juros, tarifas, seguros e outros encargos.
Além disso, instituições financeiras são obrigadas a informar o CET antes da contratação. Dessa forma, o consumidor pode comparar diferentes propostas de crédito com mais precisão.
Por outro lado, muitos custos passam despercebidos. Serviços adicionais e seguros podem ser incluídos sem atenção adequada do cliente.
Impactos e riscos para o consumidor
O custo financiamento real pode gerar endividamento quando não é corretamente compreendido. Pequenas diferenças nas taxas podem resultar em valores significativamente maiores ao longo do tempo.
Ao mesmo tempo, a falta de transparência pode configurar prática abusiva. Ferri destaca que omissões, cobranças indevidas ou venda casada podem ser questionadas judicialmente.
Além disso, o cenário de alta de juros amplia os riscos. O crédito se torna mais caro e exige maior cautela na contratação.
Assim, compreender o custo financiamento real é essencial para tomar decisões financeiras mais seguras e evitar prejuízos no longo prazo.
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