
O início do Horário político gratuito no rádio e na TV está marcado para o dia 30 deste mês, e já é certo que o prefeito Ricardo Nunes, que busca a reeleição, terá mais da metade do tempo destinado aos candidatos. Esse espaço privilegiado na mídia é fundamental para os candidatos apresentarem suas propostas e conquistarem os eleitores em São Paulo.
No entanto, essa vantagem de tempo nem sempre se traduz em vitória. Como lembra Alexandre Rollo, professor de pós-graduação em direito eleitoral da Escola Judiciária Eleitoral Paulista, do TRE-SP. Ele destacou que, em 2018, Geraldo Alckmin teve um vasto tempo de propaganda eleitoral, mas perdeu a eleição presidencial para Jair Bolsonaro, que contava com pouco tempo de TV.
Além de Nunes, outros três candidatos terão direito ao horário eleitoral, mas o empresário Pablo Marçal ficou de fora da lista. O que pode impactar sua visibilidade junto aos eleitores. A distribuição do tempo de mídia é um fator que pode influenciar o resultado das urnas, mas não é o único determinante em uma campanha eleitoral.
Com a eleição para a prefeitura de São Paulo se aproximando, o cenário se torna cada vez mais acirrado. E o tempo de TV e rádio pode ser um diferencial decisivo para os candidatos. Resta saber se Nunes conseguirá converter seu tempo majoritário em votos. Ou se o pouco tempo de outros candidatos, como Marçal, será compensado por outras estratégias de campanha.
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