O adicional periculosidade motociclistas passou a ser aplicado com novas regras, ampliando o debate sobre segurança e remuneração no trabalho. Em reportagem da Exame, a advogada Juliana Mendonça explicou quem tem direito ao benefício e como ele deve ser pago.
Nesse contexto, a medida reconhece os riscos envolvidos nas atividades realizadas com motocicletas. Além disso, o adicional busca compensar a exposição constante a situações perigosas no trânsito.
Adicional periculosidade motociclistas e critérios legais
O adicional periculosidade motociclistas garante um acréscimo de 30% sobre o salário-base para trabalhadores que utilizam motocicleta de forma habitual. Segundo Juliana Mendonça, o benefício se aplica a atividades que envolvem risco acentuado.
Além disso, é necessário que o uso da motocicleta faça parte das funções do trabalhador. Ou seja, não basta o uso eventual para caracterizar o direito.
Por outro lado, a legislação exige análise do caso concreto. Empresas devem avaliar as atividades desempenhadas para verificar a incidência do adicional.
Impactos e aplicação prática
O adicional periculosidade motociclistas também impacta a estrutura de custos das empresas. Isso exige ajustes na gestão de folha de pagamento e no cumprimento das normas trabalhistas.
Ao mesmo tempo, a medida reforça a importância da segurança no trabalho. Empresas devem adotar práticas que reduzam riscos e garantam condições adequadas.
Assim, compreender o adicional periculosidade motociclistas é essencial para assegurar direitos trabalhistas e evitar passivos jurídicos.
Confira a íntegra clicando aqui
Para atualizações sobre casos e clientes da M2 Comunicação Jurídica na imprensa, clique aqui.



