O advogado tributarista Luís Garcia, sócio do Tax Group, comentou no g1 o impacto da reforma tributária sobre a carga de impostos no Brasil. A participação de Luís Garcia no g1 integra o trabalho de assessoria de imprensa jurídica da M2 Comunicação Jurídica.
O que está em debate
Segundo a reportagem, o Tribunal de Contas da União aprovou uma sugestão para que a alíquota de referência da CBS seja de 11,3% em 2027. O Senado fixa o valor final até 15 de dezembro. Em 2024, o governo estimava 8,8% e o Comitê Gestor do IBS apontava cerca de 9,2%. Por isso, a proposta ficou bem acima do esperado.
Depois disso, analistas passaram a apontar que o imposto sobre o consumo, somando CBS e IBS, deve chegar a pelo menos 30% em 2033, primeiro ano de cobrança integral. Esse patamar superaria o de países desenvolvidos, cuja média na OCDE é de 19,4%, de acordo com a Tax Foundation. O governo federal, por sua vez, afirma que a tributação atual sobre o consumo já gira em torno de 34%.
Luís Garcia no g1: simplificação não é redução
Para Luís Garcia, a reforma pode trazer simplificação ao sistema. No entanto, ele afirma que ela dificilmente reduzirá a carga tributária. Segundo o advogado, o alto endividamento do setor público e a rigidez das despesas mantêm a pressão por arrecadação. Por isso, a reorganização dos tributos, isoladamente, não produz alívio fiscal.
Além disso, a leitura do tributarista ajuda empresas e consumidores a entender o debate com mais realismo. A reforma muda a forma de cobrar, mas não altera sozinha o peso que os tributos têm sobre a economia.
Luís Garcia no g1 e a estratégia da M2
A presença de Luís Garcia em um veículo de alcance nacional, com uma análise técnica sobre um tema que afeta empresas e consumidores, reforça a autoridade do advogado em direito tributário. Assim, a M2 Comunicação Jurídica transforma conhecimento especializado em reputação para advogados e escritórios.
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